Panorama de uso de TI no Brasil: sua empresa está preparada?

TOPdesk Brasil

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Você acompanha o panorama de uso de TI no Brasil, publicado pela FGVcia? Nele você consegue ter um parâmetro abrangente e completo desse setor no Brasil. Com isso, pode identificar eventuais mudanças interessantes para o seu negócio e adequá-lo para as novas tendências e o futuro da TI.

 

O relatório é bastante extenso e traz insights interessantes. Em 2021 temos, ainda, as informações que vieram depois de um ano de pandemia. Isto é, há mudanças significativas a serem avaliadas. O documento abordou 2636 médias e grandes empresas da área e retrata o cenário atual do setor.

 

Além disso, foi lançado recentemente o estudo “Mercado brasileiro de Software – Panorama e Tendências 2021”, realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), com dados do International Data Corporation (IDC). Ele também traz pontos que nos permitem abrir os olhos para o futuro da TI.

 

Para ajudar você, vamos sintetizar os principais pontos dos relatórios. Vamos juntos nessa jornada?

Aceleração de mudanças na TI devido à pandemia

Um dos pontos mais significativos dos relatórios foi, justamente, a aceleração de mudanças que já eram esperadas para a área de TI, mas que, pelas projeções, demorariam mais a ocorrer. Com isso, é possível notar que a Transformação Digital chega a um novo patamar.

Afinal, os processos de digitalização dos negócios precisavam ser acelerados, justamente, para lidar com o cenário de incerteza e conseguir realizar os processos em trabalho remoto.

Aumento nos investimentos em TI

A aceleração da Transformação Digital também representou um aumento significativo nos gastos e investimentos na área, independentemente da natureza do negócio. Assim, o orçamento de TI representa hoje 8,2% das receitas dos negócios, segundo o documento da FGVcia.

O relatório aponta também que os valores investidos mudam de acordo com a maturidade digital e, também, com o ramo em que o negócio atua. Quando analisamos por área, percebemos ainda alguns insights interessantes. Por exemplo, a área de serviços possui um investimento acima da média, com 11,7% do orçamento destinado à TI. Já o segmento de comércio ainda não investe tanto quanto outras áreas, com 3,9%.

Contudo, o crescimento se expressa não só em valores absolutos, mas também em novos modelos de negócios, com maior adesão tecnológica, maior maturidade e, também, um anseio em investir em mudanças significativas mesmo com uma economia retraída.

Já ABES, indica que a indústria da tecnologia cresceu 22,9% no Brasil e investiu aproximadamente R$ 200,3 bilhões (US$ 50,7 bilhões) no setor, considerando os investimentos realizados no mercado de software, serviços, hardware e exportações do segmento.

Principais projetos de TI no Brasil

Outro ponto importante foi identificar quais são os principais projetos de TI que estão sendo adotados no Brasil e de que forma eles representam mudanças relevantes para o futuro da área a partir de 2022. Confira a seguir alguns pontos trazidos pelo documento.

Inteligência Analytics

As empresas estão cada vez mais orientadas a dados e, portanto, torna-se fundamental que os profissionais busquem adaptações para trazer estratégias de inteligência. Assim, um dos projetos que teve maior investimento, segundo o estudo da FGVcia é a introdução da Inteligência Analítica (ou Inteligência Analytics), que permite avanços consideráveis em diversas áreas. Uma das que chama atenção, por exemplo, é o uso da Inteligência Analytics alinhado com a robotização de processos e automação.

“Novo ERP”

Os sistemas ERP são cada vez mais incorporados pelas empresas como uma possibilidade de ter uma melhor gestão interna no dia a dia. No entanto, com os avanços tecnológicos, novos modelos de ERP surgem e, portanto, não é mais possível utilizar modelos antigos. Por exemplo, nesse cenário, é fundamental fazer a adaptação para possibilitar o trabalho remoto.

Com mais dados, sistemas e funções internas que operam com tecnologia, torna-se cada vez mais importante ter uma governança de TI eficiente. Por isso, modelos que facilitem este processo, bem como adoção de soluções que facilitem a governança estão como fortes tendências também para os próximos anos.

Com a 5G chegando ao Brasil, vemos uma tendência em potencializar os investimentos em Internet das Coisas. Afinal, ele possibilitará avanços para trazer essas questões para o dia a dia dos negócios e, até mesmo, para nossa vida pessoal.

É visto quase como uma ironia que as empresas de TI tenham demorado tanto tempo para a adoção de um modelo de trabalho “remote first”. Isso porque, muitas delas trabalham, justamente, com a criação de sistemas que auxiliam na adoção de trabalho remoto para muitas atividades.

Com a pandemia do novo coronavírus, muitos negócios de TI começaram a adotar esse modelo de trabalho e perceberam que tiveram muitos ganhos com isso:

  • permite colaboradores mais motivados e mais felizes;
  • garante a possibilidade de excelência mesmo com atividades assíncronas;
  • melhora a cultura organizacional e o clima interno;
  • gera a possibilidade de contratação de talentos em regiões diferentes da localização da empresa, incluindo, até mesmo, profissionais que estejam locados fora do país;
  • garante maior flexibilidade nas atividades internas.

Isso causa, inclusive, um duplo movimento: tanto a adoção do remote first nas empresas – o que gera maiores possibilidades para os negócios especializados em TI atuarem nesses mercados –, bem como também de trazer esse modelo para sua própria organização.

Diante de tudo que listamos ao longo deste artigo, vemos o Brasil assumindo o protagonismo principalmente na América Latina, passando a ser a liderança de investimento no mercado no continente. Representamos 44% das transações ocorridas na área e somos um mercado em profunda expansão.

No ranking mundial, nós avançamos uma posição e passamos da 10ª posição (2019) para 9ª (2020) potência no mercado de tecnologia. Esses dados vieram do relatório da ABES. Isso deve-se também, principalmente, ao investimento no mercado interno.

O setor investiu US$ 49,5 bilhões no mercado interno – e nem estamos contando as exportações aqui. Dentro desse montante, temos:

  • 53,7% (US$ 26,5 bilhões) em hardware;
  • 26,3% (US$ 13 bilhões) em software;
  • 20% (US$ 10 bilhões) em serviços.

Com esses dados, podemos ter um bom panorama do uso de TI no Brasil e compreender quais são as principais tendências para o mercado interno e externo. Por isso, se você quer estar entre os melhores, observe esses insights e comece a adotar as mudanças necessárias para superar os desafios que estão se impondo nesse novo cenário pós-pandemia.

E aí, o que você achou dos resultados? E para ficar ainda mais por dentro das tendências de tecnologia, baixe agora nosso material sobre as tendências de tecnologia, segundo a renomada consultoria Gartner!

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